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| desde
07/05/2007 |
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Este "Especial"
não tem a intenção de fazer uma cobertura
jornalística do evento, mas sim um simples registro.
Entretanto, procura-se, repassar informações sobre
tudo que envolve a realização do festival.
Textos: Paulo de Campos |
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| Depois
da Moenda: Críticas, opiniões e elogios... |
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Caros
amigos:
1. O formato mostrou suas boas potencialidades. A Moenda já tem
crédito suficiente para inovar. Estaremos sempre participando.
2. É conveniente consultar também o público. Parece-me
que este não recebeu bem a nova modalidade do festival.
3. Ocorreram sérias falhas operacionais. A empresa contratada para
a sonorização e iluminação, embora a aparelhagem,
parecia não dispor de técnicos capacitados a operá-la
com eficiência. Ao nosso grupo foi colocada a
absurda alternativa ou de ter um som razoável, ou iluminação.
Ficamos sem iluminação.
4. Por ter sido a primeira edição nesses moldes, a regra
quanto ao tempo de 15 minutos de apresentação no palco não
foi obedecida.O nosso grupo cumpriu o tempo, rigorosamente.
5. As dificuldades para o Júri também eram novas. Pode-se
observar que ainda predominou o item "música" na escolha
dos jurados. Espetáculos com puca interação, concepção
ou roteiro foram escolhidos por apresentarem mais músicas.
6. Definitivamente, os "camarins" do ginásio não
apresentam as mínimas condições para acolher os grupos,
principalmente nesta nova modalidade, com maior número de participantes.
Os "banheiros" e o "quartinho" acanhado dos fundos
do palco devem demolidos. Tranquilamente, e sem muitos custos, é
necessário construir instalações modestas e confortáveis.
O exemplo de São Lourenço é uma boa referência.
Poderia até ser uma construção temática,
sem sofisticação, para valorizar ambiente.
Por enquanto é isso.
Um abraço a todos.
Dilan Camargo
FaleConosco - Set 05, 2007 at 14:37:21
- dilan camargo |
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| Foi-me
solicitado que enviasse minha opinião sobre o Festival da Moenda
em seu novo formato: pockets shows. Fui premiado como melhor intérprete,
sou de MG e meu site é www.wolfborges.com.br. Obrigado. Segue
minha opinião:::::Acho que a Moenda escolheu o formato mais inovador
e importante para o artista participante, pois tem a possibilidade de
mostrar sua obra, mais do que uma única música de "sucesso".
Este formato evidencia sua identidade como compositor e intérprete,
valoriza o conceito de direção e roteiro, coloca contexto
nas apresentações, premia melhor, facilita a identificação
do público com relação as performances e o potencial
do artista, evita distorções e injustiças por parte
dos jurados... Só vantagens eu vejo.:: ::Uma sugestão
seria facilitar o acesso dos artistas junto a seu público antes,
durante e depois do festival, seja através do contato ou de um
stand para venda dos cds dos artistas ou um momento para o diálogo,
como um workshop/palestra/painel dentro da programação
prevista. Isto seria ótimo para a integração e
intercâmbio entre os artistas também...::Taí minha
idéia.::Um abraço e muito obrigado. ::Wolf Borges::
FaleConosco - Aug 20, 2007
at 11:59:37 wolf borges
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| Estou
muito honrada e orgulhosa pela riqueza de informações
culturais contidas em todas as páginas deste site, especialmente
as alusivas ao nosso efervescente litoral norte gaúcho, que se
referem aos últimos aconteciemntos. Orgulhosa pelo talentosíssimo
Paulo de Campos, Cao Guimarães, MOENDA e... mar adentro e honrada
pela dádiva de ter nascido afro açoriana e fazer parte
dessa efervescência. Vida longa Paulinho!
FaleConosco
- Aug 17, 2007 at 01:42:14 Loma Pereira |
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No
final de semana tivemos mais uma edição da 21ª Festa
Nacional da Cachaça Sonho, Rapadura e Arroz e a Moenda da Canção.
Nesta edição, confirmou-se o que já vinha ocorrendo
há algum tempo. Sobre o que poderia acontecer no palco da Moenda,
confirmou-se: houve uma resposta silenciosa do público e das
pessoas em não assistir aos três dias da Moenda, ao abandonar
o seu estilo. O que vimos está aí, a música ou
projeto vencedor, que não teve uma simpatia da grande maioria
dos que assistiram à apresentação das concorrentes.
Mais uma vez, o horário não foi respeitado, algumas das
apresentações passaram dos 15 minutos. Uma coisa é
agüentar uma apresentação sem motivação
alguma de 3 a 5 minutos, outra é ter que agüentar de 15
minutos ou mais. Som que não podíamos muitas vezes entender
o que estavam cantando ou falando, por estar muito alto.
Por
pouco, a vaia quase se fez presente. Lembre-se: o presidente foi vaiado
e aqui faltou pouco. Aos organizadores repensem, estamos todos aqui
para ajudar como já demonstramos várias vezes, queremos
que o festival tenha vida longa. E ao reconhecer os erros, possamos
dar a volta por cima, é o que queremos, mais Moenda em meio a
tudo isto.(...)
Élio
Rubem de Almeida - Binho – Folha Patrulhense 16/08/07
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| A
21ª Moenda teve um formato interessante, mas com concorrentes nem
tanto.
O primeiro equívoco foi na triagem. Antes dos jurados escutarem
a música, era anuncido o nome dos compositores, então
os jurados que conheciam os concorrentes, falavam de trabalhos passados
que eram bons ou ruins e isso acabava influenciando no trabalho ATUAL.
E, quem eles não conheciam... bem, já se sabe...
O público daqui mostrou-se muito educado, pois, já que
não aplaudiam, pelo menos, não vaiavam, mesmo sendo essa
a vontade da maioria (ou minoria, pois o público total dos três
dias de festival não conseguiria lotar o ginásio mesmo
em uma única noite. Isso que até a portaria era liberada
e após um certo horário o acesso era livre).
Mesmo que tenha um motivo pela falta de verba, as mudanças foram
muitos bruscas. A invés de 10 espetáculos à R$
3.500,00, seria menos caro 20 músicas concorrentes, onde a gama
musical seria maior e o público teria mais opções
para torcer. Assim, quem sabe, poderia suprir a falta dos shows nacionais
de uma maneira mais tradicional.
A idéia não foi ruim. O método foi.
E se a Moenda mantiver este formato, com certeza, o público patrulhense
vai virar as costas para um de seus maiores patrimônios culturais
e não pela 'falta' de cultura deste povo, mas sim, pelo desrespeito
ao gosto musical nutrido de maneira excepcional pela própria
Moenda durante 20 anos.
O mais duro é que para mandar 'goela abaixo' este formato equivocado,
alguns organizadores da Moenda comentaram que apenas os inteligentes
compreenderam o novo formato. (?)
A Moendinha já não foi realizada por ter apenas um projeto
inscrito e no seu novo regulamento os participantes não poderiam
inscrever as músicas novamente na Moenda grande. Estimular os
amadores é muito bom, mas virar as costas para músicos
que já realizaram Moendinhas que, segundo muitos espectadores,
foram até melhores que a própria fase nacional, é
desanimador. Além do júri ser diferente, o que torna praticamente
impossível uma música da fase regional ganhar a Moenda.
Mas como um músico que cresceu com a Moenda, tenho a esperança
de que o orgulho não corrompa a razão, e que melhorar
para acertar falhas passadas é a atitude mais nobre que se pode
ter em situações críticas.
O povo de Sap ainda acredita na Moenda. Mas se a Moenda não acreditar
no povo de Sap, aí, essa relação de mais de duas
décadas pode acabar de uma forma muita triste.
Nilton
Júnior - músico e compositor patrulhense participante
de várias Moendas -16/08/07.
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| 15
de agosto de 2007. |
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MOENDA
- PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO
A
Assembléia Legislativa aprovou por unanimidade, na tarde
desta quarta-feira (15 de agosto de 2007), projeto de lei do
deputado Jerônimo Goergen (PP), declarando a Moenda da
Canção, de Santo Antônio da Patrulha, integrante
do patrimônio cultural do Estado do Rio Grande do Sul.
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| 14
de agosto de 2007. |
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Qualidade
musical marca a Moenda 21
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(Este texto de Cao Guimarães - que publico na íntegra
- foi enviado pela própria organização
da Moenda. As fotos são de Ivan de Paula e de Fabiana
de Paula).
Quem
pensou que a integração de elementos cênicos
no palco da Moenda fosse resultar em descuido com a qualidade
musical deve estar surpreso. Foram dez espetáculos de
quinze minutos, cinco na sexta, cinco no sábado; os seis
que passaram para a finalíssima e vão integrar
o DVD da Moenda 21 têm em comum a refinada qualidade musical,
sem exceções. A Moenda foi o primeiro festival
a lançar um CD e é o primeiro a deixar de fazê-lo,
seguindo a tendência mundial que acompanha a evolução
tecnológica, integrando elementos cênicos às
apresentações musicais, abrindo-se à mistura
de música, teatro, dança, poesia, artes plásticas,
cinema, circo e outras manifestações. Na parte
cênica, temos muito a evoluir, com certeza, este foi o
primeiro festival neste formato, com pouco tempo de preparação,
ainda assim, a qualidade da música em cada um destes
espetáculos é inquestionável. A Moenda
manteve seu critério original e colocou a qualidade em
primeiro lugar.
Pela
ausência de shows nacionais, o público foi o menor
de todas as edições. Haveria público para
lotar a sala Qorpo Santo, não para um ginásio.
É um tema importante a ser debatido antes da Moenda 22.
Foi
um festival novo, diferente de qualquer outro, onde o grande
prêmio foi para o Melhor Espetáculo e não
para a melhor música. Teve alguns problemas técnicos,
principalmente no som e especialmente na primeira noite. Para
os artistas e para os jurados, opinião unânime,
o novo formato foi aprovado. Com mais tempo no palco e sem exigências
quanto a ineditismo, o festival desafia a criatividade dos autores
a incorporar elementos que possam tornar o espetáculo
mais interessante, estimulando a integração de
artistas de diferentes áreas de expressão.
Há
muito a explorar nas novas idéias lançadas pela
Moenda. Pode-se esperar que, com mais tempo para elaborar e
criar projetos consistentes, a Moenda 22 dê um grande
salto de qualidade na parte cênica, uma vez que, no quesito
qualidade musical, a Moenda 21 foi primorosa, a começar
pela vencedora.
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| Cidade
Baixa, de Fausto Prado e Caetano Silveira, tinha oito
músicos em cena e um vídeo no telão,
mostrando registros do bairro boêmio porto-alegrense
com a participação do ator João França.
Entre as canções do espetáculo, Chaga,
a mesma música que ficou fora da final do Festival
da TVE no ano passado, apesar da consagração
do público. Cidade Baixa é samba-rock-pauleira
na interpretação performática de
Alex Alano, Ana Krüger e Andréa Cavalheiro,
com uma banda espetacular. |
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O
prêmio formalizou um consenso no ginásio. O júri,
o público e os outros concorrentes reconheceram o valor
do trabalho do grupo de Porto Alegre, inclusive na parte cênica,
com a exibição do vídeo editado por João
Segionaro, de grande valor artístico e muito bem integrado
à sonoridade afro-elétrica das canções.
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O
público votou e escolheu Afro-Açoriano como
melhor espetáculo da noite. Resumo da obra de pesquisa
de Ivo Ladislau e Carlos Catuype sobre a música
litorânea, o espetáculo teve interpretação
de Cléa Gomes e a participação de
dezenas de figurantes nas encenações das
festas folclóricas citadas na música. Pela
apresentação,a partir do roteiro criado
por Ivo Ladislau, o grupo recebeu também os prêmios
de melhor visual de palco e melhor direção
cênica. Entre as músicas, Tropeiros do Divino,
vencedora da V Moenda, e outras vencedoras de outros festivais.
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Alta
qualidade musical associada ao folclore local descoberto e estimulado
pela própria Moenda ao longo de seus vinte anos.
Duas
vozes do candombe foi uma surpresa, diluindo as fronteiras entre
a música gaúcha e a uruguaia, com longos momentos
de música instrumental que valeram o prêmio de
melhor arranjo e um conteúdo teatral que recebeu o prêmio
de melhor conteúdo literário.
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Wolf
Borges foi o melhor intérprete sob o aplauso de
todos, com seu jeito mineiro de utilizar falsetes e uma
presença de palco notável. Sem falar na
qualidade da música e dos músicos que o
acompanharam, entre eles o gaúcho Giovanni Berti
em uma performance memorável. |
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Carlos Gomes e Ivânia Catarina trouxeram com eles dois
percussionistas de São Paulo e apresentaram um espetáculo
impressionante pela qualidade musical, um brasileiríssimo
som africano representado com perfeição na figura
de Ivânia, simples, comunicativa e exímia na arte
de cantar.
E
ainda falta falar de Doma, uma música de raiz tradicional
com espaço para inovações e interpretações
marcantes, de Ricardo Martins e Pirisca Grecco, músicos
na vanguarda do tradicionalismo gaúcho. O espetáculo
foi prejudicado na final pela rouquidão de Ricardo, mas
foi segundo colocado na preferência popular.
Um
destaque da Moenda 21, graças às limitações
de verba, foi a ausência de shows de nomes nacionais,
com foco nos shows concorrentes e abrindo o palco do festival
para os espetáculos de músicos e artistas de Santo
Antônio da Patrulha. Em alto nível, todas as apresentações
de artistas da terra foram um sucesso. O Nada Chega mostrou
a evolução dos instrumentistas patrulhenses, a
alegria da bateria do Mestre Lucas, o vocal afinado, o carisma
de Enzo e Rodrigo, um espetáculo elogiadíssimo
por todos. No sábado, Cao Guimarães liderou o
Bagaço da Moenda, uma oficina de música com cerca
de cinqüenta vozes de patrulhenses de todas as idades cantando
e tocando à capela (sem microfones e com instrumentos
acústicos), criando um momento emocionante da Moenda
21. Na sexta-feira, Márcia Freitas cantou com muita sensibilidade
o hino de Santo Antônio; no sábado, o Bagaço
da Moenda cantou o hino do Rio Grande do Sul com a ajuda de
todo o público do ginásio. No domingo, Gabi e
Paulinho Machado emocionaram o público com uma interpretação
muito pessoal e sensível do Hino Nacional.
Ficam
muitos desafios para o próximo ano, mas a Moenda 21 será
lembrada pela alta qualidade musical , quase inexistente na
mídia e cada vez mais rara em todos os lugares, inclusive
nos festivais de música.
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| 13
de agosto de 2007 |
Moenda
21, o resultado
Melhor espetáculo apontado pelo júri - prêmio
de R$ 2.500,00:
Melhor conteúdo musical
Melhor instrumentista - Cesar Moraes, baixista
Melhor conjunto instrumental
Cidade Baixa, de Fausto Prado e Caetano Silveira
Melhor espetáculo em votação popular - prêmio
de R$ 1.500,00
Melhor
visual de palco
Melhor Direção.
Afro-Açoriano
de Carlos Catuype e Ivo Ladislau
Melhor conteúdo literário
Duas vozes do candombe, Mariana Vellinho, Ângelo Gomes
e Miguel Tejera.
Melhor intérprete
Wolf Borges
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| fonte:
site oficial |
| 12
de agosto de 2007. |
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Moenda
21 já tem finalistas
Os
seis projetos classificados para a final de hoje são:
Afro-Açoriano de Ivo Ladislau e Carlos Catuype;
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Doma de Ricardo Martins;
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Singular de Wolf Borges;
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Ubuntu de Carlos Gomes e Ivânia
Catarina;
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Duas
Vozes do Cadombe
de Mariana Vellinho, Ângelo Franco e Miguel Tejera;
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Cidade Baixa de Fausto Prado e Caetano Silveira.
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fotos:
Prefeitura SAP |
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| 11
de agosto de 2007. |
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Cao
Guimarães lançou hoje Moenda o livro - vinte anos
de música, sonhos e rapaduras. Fui a Santo Antonio especialmente
para esse momento significativo para o mundo artístico e musical
do Rio Grande do Sul e do país. O livro mostra com fidelidade
e com uma liguagem simples e objetiva a história dos primeiros
vinte anos da Moenda. Além dos textos do próprio Cao,
o livro traz inúmeros depoimentos e registros em periódicos
de vários momentos do festival. Desde que cheguei de volta de
Santo Antonio da Patrulha, não consegui parar de ler esse gostoso
livro que tem também fotos da maioria dos participantes do festival
além de imagens inesquessíveis para todos nós. |
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Enquanto
isso, no ginásio Caetano Tedesco, a mineira Ivânia
Cararina e paulista Carlos Gomes equalizavam
o som e afinavam a luz para o seu espetáculo de hoje a noite. |
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| 07
de agosto de 2007. |
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| 27
de julho de 2007. |
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Chegou
a Moenda!
É a Moenda 21, maturidade, responsabilidade, profissionalismo.
Estarão
concorrendo dez espetáculos de quinze minutos, cinco
na sexta, cinco no sábado, seis passam para a finalíssima
e vão integrar o CD/DVD da Moenda 21. Entre os projetos
classificados, dois vêm de fora do RS, um de Minas, outro
de São Paulo. São músicos do Uruguai e
da fronteira, do centro do Estado, da Capital, dois espetáculos
representam o Litoral Norte, um vem de Cidreira outro de Osório.
A diversidade marca a seleção feita pelos jurados,
há música tradicional e de vanguarda, regional
e nacional, infantil e folclórica, bom humor e inquietações
sociais, um amplo mosaico de ritmos e gêneros musicais,
compositores, intérpretes e músicos de expressão
nacional e internacional.
Todos juntos vamos experimentar um festival novo, onde o grande
prêmio vai para o melhor espetáculo e não
para a melhor música. E o público também
escolhe o seu espetáculo preferido. Estamos abrindo o
palco da Moenda para teatro, dança, coreografia, atuações,
intervenções e invenções cênicas.
Músicos, atores, diretores, cenógrafos, figurinistas,
iluminadores, bailarinos, muitos artistas estão chegando
a Santo Antônio para mais uma Moenda surpreendente e inesquecível.
Os dez espetáculos concorrentes:
Sexta-feira:
1.
O BOIZINHO DE PRAIA
Com roteiro de direção de Ivan Therra, de Cidreira,
o Espetáculo Boizinho de Praia traz para o palco da Moenda
21 a cultura praieira do Rio Grande do Sul, com a interoretação
de Jociel Lima, arranjos de Michel Dantas e mais o Grupo de
Cultura Popular Kikumbi, a Banda Municipal de Cidreira, o Grupo
de Projeção Folclórica do CTG Piazito do
Litoral e ainda o Grupo de Crianças Boizinho de Praia.
2. PANDORGA DA LUA
Um musical infantil para todas as idades, Pandorga da Lua, de
Jaime Vaz Brasil e Ricardo Freire é um dos dez espetáculos
classificados para a Moenda 21. Pandorga da Lua já tem
livro editado, CD gravado e vem para o palco da Moenda 21 com
Ângela Gomes e Tuny Brum, Sérgio Rosa no acordeon,
Marcelo Schmidt na bateria e percussão, a presença
dos atores Denise Copetti e Ricardo Paim e ainda a iluminação
de Patrícia Garcia.
3.
AFRO-AÇORIANO
Afro-Açoriano é um espetáculo que reúne
25 anos de pesquisas de Ivo Ladislau e Carlos Catuype sobre
a música afro-açoriana do Litoral Norte do Rio
Grande do Sul. Tropeiros do Divino, vencedora da V Moenda está
entre as canções do roteiro. Afro-Açoriano
traz para a Moenda 21 Cléa Gomes (foto), Carlos Catuype
comandando diversos músicos do Litoral, mais o Grupo
de Danças da Casa dos Açores do Rio Grande do
Sul e o Grupo Tropeiros do Divino de Santo Antônio da
Patrulha.
4.
DOMA
Doma, o espetáculo que Ricardo Martins traz de Santana
do Livramento para a Moenda 21, vai apresentar no palco todos
os detalhes da arte e da ciência de se domar um cavalo,
com a interpretação de Pirisca Greco e Ricardo
Martins, gaita botonera de Marcelo Nunes, declamação
de Evair Gomes, dentro das mais verdadeiras raízes culturais
da fronteira riograndense.
5.
NEGRÍSSIMO
O Grupo Status de Porto Alegre vai trazer para o palco da Moenda
21 o universo histórico, social e cultural dos afro-brasileiros,
na pulsação dos tambores, na emoção
das vozes e na sensualidade volátil da dança,
revivendo e transcendendo a saga do povo negro no RS. Negríssimo
tem Roteiro de Dilan Camargo, música de Cláudio
Amaro, Edson Vieira e Dani DK, coreografia de Iara Deodoro e
participação dos bailarinos do Grupo Afro-Sul.
Sábado:
1. SINGULAR
Wolf Borges pertence à nova geração de
músicos mineiros e traz para a Monda 21 seu espetáculo
Singular, música brasileira onde os ritmos e as melodias
buscam resgatar consagrados estilos musicais brasileiros como
o maracatu e o frevo, a congada mineira e o samba com influências
da world music, do bolero, rock e jazz.
2.
UBUNTU
Ubuntu – Conectividade Humana é o espetáculo
que o paulista Carlos Gomes e a mineira Ivânia Catarina
criaram para a Moenda 21. Eles vão trazer mais dois percussionistas
de São Paulo e apresentar músicas com temática
afro-brasileira baseadas no Ubuntu, conceito tradicional sul-africano
que traduz a crença no compartilhamento capaz de conectar
toda a humanidade.
3.
DUAS VOZES DO CANDOMBE
Criado por Mariana Vellinho, de Porto Alegre, Ângelo Franco
de Santiago e Miguel Tejera, de Rivera, o espetáculo
Duas Vozes do Candombe traz a Santo Antônio Alejandro
Massiotti, Pirisca Greco, Daniel Zanottelli, Eduardo Varella,
Ângelo Primon, Mimo Aires, Martin Cruz e Fernando Ochôa.
Um elenco de astros para apresentar um repertório composto
de candombes gaúchos, meio uruguaios, meio brasileiros.
4.
NHAM, NHAM... MÚSICA PARA COMER
Karine Cunha, que já pedalou uma bicicleta no palco da
Moenda, traz para a Moenda 21 quatro canções de
sua autoria sobre gastronomia e outras delícias. Nham,
Nham... Música para comer é um espetáculo
saboroso com direção de Beto Russo, violão
e arranjos de Marcus Bonilla e textos de Cíntia Moscovich,
Rubem Alves, Cora Coralina e Hilda Hist.
5. CIDADE BAIXA
Fausto Prado e Caetano Silveira, de Porto Alegre, vencedores
da 17ª Moenda com Alto-mar, voltam na Moenda 21 com o espetáculo
Cidade Baixa, mistura de música e vídeo que vai
colocar no palco o espírito do maior bairro boêmio
de Porto Alegre. Com Alex Alano e Ana Krüger à frente,
Mano Gomes na bateria, Giovanni Berti na percussão, Vitor
Peixoto nos teclados, Cesar Moraes no baixo, o musical conta
ainda com a participação do ator João França.
O Júri da Moenda 21:
— Débora Finocchiaro
— Henrique Mann
— Sandro Souza
— Júlio Machado
— Luiz Matias Flach
Na
Finalíssima receberão o Troféu Moenda 21:
• Melhor espetáculo apontado pelo júri -
Mais o prêmio de R$ 2.500,00
• Melhor espetáculo em votação popular
- Mais o prêmio de R$ 1.500,00
• Melhor conteúdo musical
• Melhor conteúdo literário
• Melhor intérprete
• Melhor instrumentista
• Melhor conjunto instrumental
• Melhor arranjo
• Melhor direção
• Melhor visual de palco
Os SHOWS da Moenda 21
Abertura de Sexta-feira: Márcia Freitas
– Hino do Município
Encerramento de Sexta-feira: Nada Chega –
onde o bicho pega!
Abertura de Sábado: Bagaço da Moenda
– cantoria popular. Hino RS
Intervalo de Sábado: Amigos da Moenda
Abertura de Domingo: Gabi e Paulinho Machado
– Hino Nacional
Intervalo de Domingo: Maurício Barcelos
– Quase Tango
matéria: Assessoria de Imprensa da
Moenda
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| 07
de julho de 2007. |
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100
Faltando
ainda chegarem as inscrições que foram postadas
ontem no correio a Moenda 21 já se aproxima
da marca de cem projetos inscritos, o que caracteriza - de certo
modo - o sucesso da nova fórmula e das novas regras do
festival. A triagem (aberta aos interessados) será dia
13 de julho na Casa Açoriana do Parque Da Guarda em Santo
Antônio da Patrulha. |
| 04
de julho de 2007. |
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Moenda
encerra inscrições
Os autores ou diretores de projetos dos espetáculos que
serão examinados pela Comissão Julgadora da Moenda
21 (Débora Finocchiaro, Henrique Mann, Sandro Souza,
Júlio Machado e Luiz Matias Flach) devem efetivar suas
inscrições até dia 6. Um festival maduro
com idéias novas Calcada nesse slogan a Moenda chega
a sua vigésima primeira edição trazendo,
como sempre, muitas novidades: “O objetivo das mudanças
no regulamento da Moenda é qualificar o espetáculo
como um todo, assim como o CD e o DVD resultantes do evento.”
Serão selecionados dez espetáculos que serão
apresentados nas noites de sexta e sábado, 10 e 11 de
agosto. Seis espetáculos serão selecionados para
a participar da Final, dia 12, e do DVD da Moenda 21. A ajuda
de custos da Moenda 21 é de R$ 3.500,00. |
| 27
de junho de 2007. |
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Moenda
21
Mesmo sem ter tido número suficientes de inscrições
para a realização da Fase Regional da Moenda 21
(Moendinha) houve uma grande festa em Santo Antônio da
Patrulha para a escolha da Rainha e das Princesas da Moenda
21 e da Festa da Cachaça, Sonho, Rapadura e Arroz de
2007. Claudine de Assis Morh, representando o CTG Cel. Chico
Borges e Pousada de Todos os Santos foi escolhida a Rainha tendo
como Primeira Princesa Lubiane A. O. Goldani que representa
a Escola Estadual de Ensino Médio Santo Antônio
e a Segunda Princesa Amanda Stoffel dos Santos que representa
Da Colônia Alimentos. As inscrições para
a Fase Nacional que acontece nos dias 10, 11 e 12 de agosto,
ainda podem ser feitas até o dia 06 de julho. |
| 13
de junho de 2007. |
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Moenda
21
Continua recebendo as inscrições de projetos até
o dia 29 de junho. Na próxima edição se
poderá confirmar ou não a realização
da Moendinha na noite de 22 de junho. Muitos compositores, principalmente
de outros estados, se articulam para enviar seus projetos para
a Moenda 21. |
| 06
de junho de 2007. |
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Moendinha
prorroga inscrições
O prazo para os novos talentos da região inscreverem
seus projetos para a Moendinha foi prorrogado até dia
oito. Mas mesmo assim, o evento pode não acontecer. Segundo
Carmem Monteiro, Presidente reeleita do Festival e da Associação
Moenda, haverá a festa e os shows do Concurso da Garota
Moenda no dia 22 de Junho, mas a Moendinha ainda não
está confirmada.
Moenda
21, inscrições até dia 29
Os projetos dos espetáculos musicais para a Moenda devem
ser entregues até o final do mês no escritório
da Moenda ou por correio. Há uma grande expectativa sobre
a nova fórmula do festival. Lênin Nunes, Carmem
Monteiro, Cao Guimarães, Nilton Júnior, Zelito
e eu tivemos um bom debate no Programa Música Viva da
Rádio Itapuí de Santo Antonio da Patrulha, a respeito
do assunto. Na verdade, o Festival passa a ser, a partir de
agora, uma grande e importante vitrine de pré-lançamentos
dos novos shows e espetáculos que estarão sendo
montados em temporadas futuras no estado e no país.
Música
Viva!
Um Sarau acústico com Cao Guimarães e convidados.
Com transmissão exclusiva da Rádio Itapuí
de Santo Antônio da Patrulha, sempre às segundas-feiras,
das dez à meia-noite. Apresentado por Cao Guimarães,
o programa conta com artistas convidados entre as maiores expressões
da música local e regional, novos talentos e também
músicos visitantes de todas as tendências e vertentes
culturais. Além dos músicos, participam da roda
de música alguns convidados representando os ouvintes. |
| 07
de maio de 2007. |
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Moenda
Leia Moenda 21, inovando na coluna O
que vem do sul que está sendo publicada no site
www.festivaisdobrasil.com.br de São Paulo e ainda nos
portais www.jornalrevisao.com.br (também em papél),
www.portaldogaucho.com.br , www.litoralnorters.com.br e aqui
no www.cantadoresdolitoral.com.br
Novos
regulamentos
Veja os regulamentos da Moenda 21 e da Moendinha
2007 e saiba tudo sobre a Moenda no site oficial, clique
aqui. |
| 15
de abril de 2007. |
Moenda
terá livro
Cao Guimarães está escrevendo um livro sobre os
vinte anos da Moenda. Segundo o autor, a Moenda é uma
construção coletiva, feita da poesia que surge
da reunião de inúmeros poetas, músicos
e cantores, público e organizadores, técnicos
e comunicadores: "Foram mais de quatrocentas e cinqüenta
músicas concorrentes, fora os shows, foram milhares de
artistas no palco. Quero dividir a honra de escrever sobre a
Moenda e estou enviando algumas perguntas, uma entrevista. Para
colaborar e participar desse registro histórico, envie
as respostas para caoguimaraes@terra.com.br o mais breve possível,
pois o livro será lançado ainda antes da próxima
Moenda. Eis as perguntas: Como foi a sua primeira vez na Moenda?
Fale sobre Santo Antônio da Patrulha e sobre o público
do festival. Fale sobre a importância da Moenda no cenário
musical da atualidade. Fale sobre as músicas, aquelas
que mais gosta e as polêmicas do festival. Dê o
seu depoimento pessoal sobre momentos marcantes na sua carreira
ou na sua vida acontecidos em função da Moenda.
Lembre causos e contos acontecidos ou imaginados, engraçados
ou emocionantes. Não é necessário responder
a todas as perguntas, se quiser faça um depoimento único,
um parágrafo que seja sobre a Moenda." |
| 20
de março de 2007. |
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Novo
Conselho da Moenda
Eleição do Conselho, dia 09 de abril, às
19h no Escritório Central da Moenda - Associação
de Arte Nativa (Av. Francisco J.Lopes, 105 sala 205 em Santo
Antônio da Patrulha). |
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